Francamente, estou enjoada da mesmice deste ciclo contínuo másculo.
Do apelo sexual, do sorriso forçado, das piadas prontas e preparadas encaixadas nas mesmas conversas pré elaboradas.
Enjoada dos que fogem quando não tem capacidade de suportar um possível amor, um medo gigante de arriscar novas possibilidades em terras desconhecidas quando se fala outra língua além de sair da própria zona de conforto.
Prefiro que suma antes que comece, porque aqui quando começa, meu bem...
Não há frio que me prenda, chuva que me desencoraje, calor que me lese, tempo que me segure.
Porque quando a coragem aqui bate no peito, reuniões são desmarcadas, minutos viram horas, intervalos viram tesouros, caminhadas viram conquistas.
Quantas vezes já me vi segurando o mapa atrás de ruas e ruas andando atrás de um amor... de uma causa, um simples porquê. Loucura de andar quadras e quadras, entre becos desconhecidos e ruas desertas. Uma loucura que tenho o maior prazer em sentir quando corre em minhas veias, chega a ser insano o jeito como se é injetado na veia e dentro do peito. Eu gosto de amar o começo de tudo, mas dói como uma facada quando me cortam o caminho.
Está no sangue, isso é claro. Minha adrenalina se move com a vontade do novo, do desconhecido, do diferente. Faço cada dia um novo presente em minha vida, que agregue na bagagem do desconhecido, do inesperado. Nem que seja por um dia, mas pelo menos foi um dia de fato.
É uma loucura doce e ao mesmo tempo silenciosa. Meu ar preso ao peito da ansiedade me faz percorrer caminhos sem medo do perigo, visando apenas o reconhecimento da chegada.
Me vi fazendo estes trajetos muitas e muitas vezes. Pois o peito quando grita, dá sinal verde para qualquer brecha.
Sou feita de pequenos sinais e grandes vontades, não estou viva para sentimentos e emoções mínimas, sei que sou mais profunda que isso.
Mergulho de cabeça e não volto mais a superfície de mãos vazias, me afogo de forma que só volto quando tiver alguma experiência nos braços. Sou feita de histórias, não de pequenos contos.
Vivo para não esquecer minha própria história, e além de tudo vivo para poder contar histórias. E se você ainda quiser voar comigo, meu bem. Segura forte e voaremos juntos... Caso contrário, não se torne mais um peso ao passarinho.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
A arte do eterno frescor.
O cansaço do peito morno se estica entre o triste choro familiar.
Estufa-se a insegurança longe da sala de estar, calcula-se a hora de ir e a hora de voltar.
Esta menina não sabe a hora de embarcar.
Ela senta com seu vestido passado, entre pernas depiladas e cabelos perfumados, insinua sua inteligência entre abismos mentais, frios e calculados.
Cansou de esperar e enjoa-se de tentar sempre algo a mais. Sua incoerência busca apenas aquilo que no momento lhe satisfaz.
Esta pequena não sabe esperar.
Sua ânsia de necessidade de suprir regalias, a torna imune de sentimentos perdidos e grandes euforias.
Ela respira o mais fundo possível e resgata sua essência, percebendo mais uma de suas discordâncias entre as tais grandes demências.
O mundo dela se dissolve no adeus, e assim se intensifica no fundo dos olhos meus.
Esta guria ao se apaixonar, entra no barco sem voltar.
Quando sente que algo está prestes a desmoronar, ela se isola por alguns segundos, entra no lado do peito mais escuro e recolhe aquela solidão de amor próprio longe de acabar.
Quebra seu barco e se deixa afundar.
Soa como canto silencioso, uma meditação em profunda harmonia, canta um mantra com sua própria alegria, e desata o nó do isolamento angustioso junto ao colo da menina.
Ela se cala, se perturba e sai como se o desconhecido virasse a página e nada a segura mais.
Ela se distrai nos próprios versos e inventa desculpas para possíveis amores.
"Não quero mais amar, amar é utopia de escritores".
Esta menina não sabe manter o amor. Ela cultiva flores em um grande cativeiro, mata o próprio jardineiro (prisioneiro) e ainda quer sair isenta da dor.
Esta menina, não conhece o amor.
O sangue que carrega ali dentro, é o que mantém vivo o seu frescor.
Por não confiar mais nos homens, ela se satisfaz quando se supera da dor.
Maldito seja aquela que inventou o relacionamento sem ardor.
Ela vive um eterno jogo, jogo que rima com louvor.
Deixa a menina em paz, por favor! Pois ela sabe fazer da arte, o seu eterno amor.
Estufa-se a insegurança longe da sala de estar, calcula-se a hora de ir e a hora de voltar.
Esta menina não sabe a hora de embarcar.
Ela senta com seu vestido passado, entre pernas depiladas e cabelos perfumados, insinua sua inteligência entre abismos mentais, frios e calculados.
Cansou de esperar e enjoa-se de tentar sempre algo a mais. Sua incoerência busca apenas aquilo que no momento lhe satisfaz.
Esta pequena não sabe esperar.
Sua ânsia de necessidade de suprir regalias, a torna imune de sentimentos perdidos e grandes euforias.
Ela respira o mais fundo possível e resgata sua essência, percebendo mais uma de suas discordâncias entre as tais grandes demências.
O mundo dela se dissolve no adeus, e assim se intensifica no fundo dos olhos meus.
Esta guria ao se apaixonar, entra no barco sem voltar.
Quando sente que algo está prestes a desmoronar, ela se isola por alguns segundos, entra no lado do peito mais escuro e recolhe aquela solidão de amor próprio longe de acabar.
Quebra seu barco e se deixa afundar.
Soa como canto silencioso, uma meditação em profunda harmonia, canta um mantra com sua própria alegria, e desata o nó do isolamento angustioso junto ao colo da menina.
Ela se cala, se perturba e sai como se o desconhecido virasse a página e nada a segura mais.
Ela se distrai nos próprios versos e inventa desculpas para possíveis amores.
"Não quero mais amar, amar é utopia de escritores".
Esta menina não sabe manter o amor. Ela cultiva flores em um grande cativeiro, mata o próprio jardineiro (prisioneiro) e ainda quer sair isenta da dor.
Esta menina, não conhece o amor.
O sangue que carrega ali dentro, é o que mantém vivo o seu frescor.
Por não confiar mais nos homens, ela se satisfaz quando se supera da dor.
Maldito seja aquela que inventou o relacionamento sem ardor.
Ela vive um eterno jogo, jogo que rima com louvor.
Deixa a menina em paz, por favor! Pois ela sabe fazer da arte, o seu eterno amor.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Metal disfarçado de seda
Sufocante o ar preso ao peito, como um pedido de socorro, deitou-me entre pedras cobertas de suor. Havia uma semana em que dormir se tornou algo luxuoso e comida era algo que não sabia mais degustar.
Foi a semana mais longa de minha vida, uma ampulheta quebrada com areia grossa que demorava a descer entre curtos caminhos mortais.
Senti-me forte o suficiente para desafiar meu desespero e minha própria corrida. Fui inimiga de meus próprios punhos, sugando-me para poder caminhar e realizar um trabalho bem feito.
Não fui feita para acorrentar-me no desespero, mas era entre a pressão que sentia prazer quase sendo masoquista.
Era uma criança presa a minha própria capacidade de ser. Eu era uma prisioneira de minhas ações e qualidades.
Engoli meu desespero e foquei-me no automático. Nunca me senti tão fria e sem emoções quanto na semana passada.
Não fui feita de açúcar, pensei. Fui feita do metal mais pesado, capaz de aguentar dias de porrada ácida no estômago. Meu refluxo me fazia perder o contato da vida, do gosto e da esperança.
Foi a semana mais longa deste vinte e um anos de vida. Senti-me fraca e ao mesmo tempo forte o suficiente para cumprir o que o relógio me mandava.
Viajei, me apresentei, estudei, li e reli, escrevi e apaguei. Entre apresentações de palco e textos escritos, cumpri meu papel durante a semana inteira. Dediquei-me apenas um dia para a facada final.
Sou feita de um metal disfarçado de seda.
Se detalhar a trajetória, poucos iriam acreditar na capacidade de ultrapassar os limites.
"Achei que tinha perdido de W.O" ouvi. Mas não, estava lá, suada, cansada, com apenas segundos de esperança, atrasada, correndo e com cara de pânico, dando o meu máximo em apenas 14 minutos, pouco me importando das informações faltantes. "Estou aqui dando o meu máximo" - pensava.
Cumpri o meu dever como guerreira, cabe a eles decidirem o valor da batalha final.
"Aprovada"
Chorei cansaço no meio do sorriso da vitória. Estava por fim, formada e com a semana completa.
Foi a semana que provei a mim mesma, que sim, sou capaz de mais do que meu próprio limite. Sou feita de ferro com o coração de manteiga.
Dormi dois dias seguidos.
Foi a semana mais longa de minha vida, uma ampulheta quebrada com areia grossa que demorava a descer entre curtos caminhos mortais.
Senti-me forte o suficiente para desafiar meu desespero e minha própria corrida. Fui inimiga de meus próprios punhos, sugando-me para poder caminhar e realizar um trabalho bem feito.
Não fui feita para acorrentar-me no desespero, mas era entre a pressão que sentia prazer quase sendo masoquista.
Era uma criança presa a minha própria capacidade de ser. Eu era uma prisioneira de minhas ações e qualidades.
Engoli meu desespero e foquei-me no automático. Nunca me senti tão fria e sem emoções quanto na semana passada.
Não fui feita de açúcar, pensei. Fui feita do metal mais pesado, capaz de aguentar dias de porrada ácida no estômago. Meu refluxo me fazia perder o contato da vida, do gosto e da esperança.
Foi a semana mais longa deste vinte e um anos de vida. Senti-me fraca e ao mesmo tempo forte o suficiente para cumprir o que o relógio me mandava.
Viajei, me apresentei, estudei, li e reli, escrevi e apaguei. Entre apresentações de palco e textos escritos, cumpri meu papel durante a semana inteira. Dediquei-me apenas um dia para a facada final.
Sou feita de um metal disfarçado de seda.
Se detalhar a trajetória, poucos iriam acreditar na capacidade de ultrapassar os limites.
"Achei que tinha perdido de W.O" ouvi. Mas não, estava lá, suada, cansada, com apenas segundos de esperança, atrasada, correndo e com cara de pânico, dando o meu máximo em apenas 14 minutos, pouco me importando das informações faltantes. "Estou aqui dando o meu máximo" - pensava.
Cumpri o meu dever como guerreira, cabe a eles decidirem o valor da batalha final.
"Aprovada"
Chorei cansaço no meio do sorriso da vitória. Estava por fim, formada e com a semana completa.
Foi a semana que provei a mim mesma, que sim, sou capaz de mais do que meu próprio limite. Sou feita de ferro com o coração de manteiga.
Dormi dois dias seguidos.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
batom borrado
Desanda no salto com o batom borrado.
Veste no peito a vergonha que te falta na cara.
O vestido que balanceia entre tuas pernas destrói o teu ponto másculo aos olhares tendenciosos.
Chove mulher. Chove por entre teu rosto que te entope de acidez.
Chove enquanto há tempo para chover. Fique nua, embriagada, sambe entre os prantos dos teus dias mais escuros. Cante até a rouquidão te matar de desgosto. Zombe do travesseiro encharcado de mágoas póstumas.
Desanda que teu pranto me mata de vontade. Quero gozar-te de energia para que poupe-me do silêncio no coito.
Segura a onda de menina e revela logo esse teu ser incansável, que sobe paredes e destrói muros de barbantes.
Seja só tua, mulher!
Rebole entre tuas paredes, desande entre teu peito, encha tua camisola preta de penugens de sonhos brancos.
Você cresce, mulher! Enquanto a vida não para.
Veste este casaco que agora está frio. Sei que o vento gelado assombra teu peito vazio.
Bota logo esse batom e deita aqui comigo.
Segura minha barba pela última vez e aproveita da minha cama e faz o teu abrigo.
Sou o teu presente indefinido.
Veste no peito a vergonha que te falta na cara.
O vestido que balanceia entre tuas pernas destrói o teu ponto másculo aos olhares tendenciosos.
Chove mulher. Chove por entre teu rosto que te entope de acidez.
Chove enquanto há tempo para chover. Fique nua, embriagada, sambe entre os prantos dos teus dias mais escuros. Cante até a rouquidão te matar de desgosto. Zombe do travesseiro encharcado de mágoas póstumas.
Desanda que teu pranto me mata de vontade. Quero gozar-te de energia para que poupe-me do silêncio no coito.
Segura a onda de menina e revela logo esse teu ser incansável, que sobe paredes e destrói muros de barbantes.
Seja só tua, mulher!
Rebole entre tuas paredes, desande entre teu peito, encha tua camisola preta de penugens de sonhos brancos.
Você cresce, mulher! Enquanto a vida não para.
Veste este casaco que agora está frio. Sei que o vento gelado assombra teu peito vazio.
Bota logo esse batom e deita aqui comigo.
Segura minha barba pela última vez e aproveita da minha cama e faz o teu abrigo.
Sou o teu presente indefinido.
domingo, 27 de setembro de 2015
silenciosamente preparada
Está cada dia mais claro pra mim, que o tempo está se encurtando. Preciso finalizar da melhor forma todas as pendências e possibilidades previstas ainda para este ano.
Silenciosamente estou juntando os pedaços, encurtando caminhos e fazendo atalhos reservas. Estou adubando o espaço com as minhas histórias para que a luta continue mesmo que sem a minha presença física. E nesta forma silenciosa arrumo as peças sem deixar vestígios nostálgicos, para que o voo seja livre e silencioso.
Minha cabeça ferve na emoção e adrenalina de que o tempo corre e as possibilidades são demasiadas para uma só pessoa, mas sigo em frente crente que uma das ideias há de funcionar. Ultimamente não estou conseguindo sentir a pressa do adeus. Estou sem tempo para saudosos momentos.
Silenciosamente estou coletando meus capítulos e preparando um ainda maior. Um espaço pronto e limpo para uma mudança radicalmente estabelecida e aprovada.
Finalmente começo a perceber qual é a minha necessidade deste mundo, minha forma de diálogo, visão e presença.
Estou me entendendo conforme as experiências anteriores e minhas possíveis aplicações em campos menores.
Cortei-me muito dos excessos e os poucos que tive foram certeiros para que me fizessem parar de vez.
Mas no fim, descobri que sou intensa em cada passo pensado e dado. Não posso mudar e não há porque parar agora, o tempo voa. É impossível que eu viva sem meus impulsos diários que abrem possibilidades todos os dias em minha vida.
Descobri que são estes mesmos impulsos inconstantes e diferentes todos os dias são os que me dão energia o suficiente para superar o vazio que fica na madrugada.
Me forço a funcionar ou me desligo do mundo.
Sinto cada dia que passa que o tempo está curto, e a crise de ansiedade me força a tomar decisões precipitadas mesmo não as querendo. Me forço a mudar a rota, engolir a seco, prender a respiração e desviar o olhar bruscamente.
Estarei presa nessa bomba relógio por três consecutivos meses.
E essa bomba vai explodir, e sei que quando isso acontecer reinará a liberdade de forma pacífica e sem remorsos.
Sinto que finalmente estou pronta para me atirar ao desconhecido, ao fechar os olhos no pulo, ao pular do vagão cheio para um campo neutro. Zerado. Onde começarei uma história novamente.
Minha bagagem está completamente cheia de informações e memórias. Tudo dividido em seções, tempo, qualidade de informação, desgaste emocional e mental. O que vale para mim agora é a intensidade em que tudo isso foi vivido. Só assim equilibrarei meu estilo de vida.
Estou a alguns passos da maior loucura da minha vida.
Estou a exatamente 3 meses da mudança eterna.
O tempo corre, e até lá tenho muita coisa a ser resolvida para dar o pulo certo, e o final bem resolvido.
Estou preparando-me espiritualmente para o fim de mais um capítulo.
Silenciosamente estou juntando os pedaços, encurtando caminhos e fazendo atalhos reservas. Estou adubando o espaço com as minhas histórias para que a luta continue mesmo que sem a minha presença física. E nesta forma silenciosa arrumo as peças sem deixar vestígios nostálgicos, para que o voo seja livre e silencioso.
Minha cabeça ferve na emoção e adrenalina de que o tempo corre e as possibilidades são demasiadas para uma só pessoa, mas sigo em frente crente que uma das ideias há de funcionar. Ultimamente não estou conseguindo sentir a pressa do adeus. Estou sem tempo para saudosos momentos.
Silenciosamente estou coletando meus capítulos e preparando um ainda maior. Um espaço pronto e limpo para uma mudança radicalmente estabelecida e aprovada.
Finalmente começo a perceber qual é a minha necessidade deste mundo, minha forma de diálogo, visão e presença.
Estou me entendendo conforme as experiências anteriores e minhas possíveis aplicações em campos menores.
Cortei-me muito dos excessos e os poucos que tive foram certeiros para que me fizessem parar de vez.
Mas no fim, descobri que sou intensa em cada passo pensado e dado. Não posso mudar e não há porque parar agora, o tempo voa. É impossível que eu viva sem meus impulsos diários que abrem possibilidades todos os dias em minha vida.
Descobri que são estes mesmos impulsos inconstantes e diferentes todos os dias são os que me dão energia o suficiente para superar o vazio que fica na madrugada.
Me forço a funcionar ou me desligo do mundo.
Sinto cada dia que passa que o tempo está curto, e a crise de ansiedade me força a tomar decisões precipitadas mesmo não as querendo. Me forço a mudar a rota, engolir a seco, prender a respiração e desviar o olhar bruscamente.
Estarei presa nessa bomba relógio por três consecutivos meses.
E essa bomba vai explodir, e sei que quando isso acontecer reinará a liberdade de forma pacífica e sem remorsos.
Sinto que finalmente estou pronta para me atirar ao desconhecido, ao fechar os olhos no pulo, ao pular do vagão cheio para um campo neutro. Zerado. Onde começarei uma história novamente.
Minha bagagem está completamente cheia de informações e memórias. Tudo dividido em seções, tempo, qualidade de informação, desgaste emocional e mental. O que vale para mim agora é a intensidade em que tudo isso foi vivido. Só assim equilibrarei meu estilo de vida.
Estou a alguns passos da maior loucura da minha vida.
Estou a exatamente 3 meses da mudança eterna.
O tempo corre, e até lá tenho muita coisa a ser resolvida para dar o pulo certo, e o final bem resolvido.
Estou preparando-me espiritualmente para o fim de mais um capítulo.
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