Quem me dera se todo o amor que eu contemplasse em sua presença, fosse na mesma proporção em que o meu fosse aquecido pelos seus braços.
Lembro-me da forma com que carregava-me até o seu peito, para que pudéssemos entender a cura da saudade.
Foi um tempo intenso em que os dias se passaram como se estivessem em uma ventania. Nossos olhos nunca mais se conectaram, sua voz se calou e eu nunca mais te vi.
Quatro ou cinco dias. Foi o tempo suficiente para nunca mais conseguir pronunciar seu nome de forma segura perto de rostos alheios. Digo apenas na frente do espelho para poder curar-me desta insegurança que me trouxe. Sinto-me uma clandestina presa ao seu nome. Não me reconheço perante as sílabas. Não me apeguei a curiosidade de saber qual o motivo de sua procura, apenas determinei um ponto final na qual você com certeza não me daria em determinado tempo previsto.
Nunca saberemos se foi a melhor opção, e qual seria a outra opção, mas o nosso distanciamento me isolou de qualquer tipo de rotina programada, me silenciei entre as paredes de meu quarto durante dois meses. Nada mais via a não ser as suas lembranças escorrendo entre meus cabelos que você tanto acariciava entre os lençóis.
Não sei mais quem sou na sua presença, mas pelo menos agora adquiri uma certa identidade independente. Na última vez que nos vimos, você andava cambaleando, seus olhos mal conseguiam ficar abertos, vermelhos como fogo, e sua boca já não mais dizia com a minha. Comemos nossa janta em um silêncio absurdo, e confesso que foi perceptível a tentativa de buscar algum assunto para botar na mesa, para que a comida fosse digerida de modo mais agradável e saudável. Pois lembro-me a forma como engoli a seco toda aquela comida.
Você preferiu um prato feito, e eu um fast food barato. Lembro-me disso. Sua indiferença só quebrou ao oferecer-me o seu sorvete depois na sobremesa. Mas antes disso, nos alimentamos no pior dos piores silêncios já presenciados... o da indiferença. Apesar de que até nossa andança no carro não fora diferente. Pois o fato de eu ter pagado o estacionamento, me fez ver a dimensão de sua estranheza e indiferença.
Não queria saber de sua vida, e você muito menos da minha. "Saudades" dizia forçosamente para que o silêncio se rompesse no carro.
Mas nos resolvemos poucas horas depois, ou pelo menos, fingimos nos entender por ali mesmo, entre carícias e abraços, beijos sutis e química arrumada.
Certa noite, sonhei que seu prédio estava pegando fogo, você tinha se jogado da janela para salvar sua vizinha que aparentava ter no mínimo 40 anos a mais do que você. No mesmo sonho, cuidei de seus ferimentos, orgulhosa por você ter salvo a vida de alguém.
Alguém. Você salvou alguém. Confesso que é engraçado descrever isso por palavras, pois você mesmo disse que nunca conseguiu salvar alguém, muito menos salvar-se. O próprio vizinho lhe salvou da morte anos atrás.
Adoeci alguns dias pelo meu próprio choro que engolia constantemente em sua ausência, aprendi a lidar com meus maiores defeitos: a ansiedade e a emoção excessiva.
Parei de almejar que os dias passassem rápidos e busquei soluções, tal qual minhas lágrimas que se alojaram em algum canto do meu corpo, longe de meu coração. Essa solução foi inesperada, e mal pude opinar sobre, simplesmente aconteceu. Não digo que secaram por completo, pois de vez em quando tendem a cair e me recepcionar em vida. Porém, nada comparado a como eu era antes de te ter em minha vida.
Você secou as minhas lágrimas da pior forma possível. Você não as secou externamente como muitos casais costumam fazer, você as secou internamente.
E a solidão é o meu pior castigo.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Meus dizeres estão cada vez mais escassos, pois meus olhos já estão respondendo pela minha alma inquieta, buscando perguntas para que meus olhos possam consertar a dúvida.
Meus ouvidos já não confiam na verdade alheia. A verdade é variável. Somos mutáveis em nossos próprios sentidos.
Somos ovelhas perdidas entre o rebanho, e sozinha nos encontramos em nós mesmos.
06/08/2014
Meus ouvidos já não confiam na verdade alheia. A verdade é variável. Somos mutáveis em nossos próprios sentidos.
Somos ovelhas perdidas entre o rebanho, e sozinha nos encontramos em nós mesmos.
06/08/2014
sábado, 19 de julho de 2014
O meu viver enraizado, aos poucos conceituado.
Era exatamente esse abuso de coragem exorbitante que faltava-me no momento, para que saísse dessa órbita enlouquecida de querer fugir. Estou criando raízes de longa duração onde me encontro. Os motivos para qual queria fugir, fugiram de mim, minha coragem os assustou.
Aos poucos creio que não estou abrindo mão de algo que parecia ser um desejo territorial, e sim, estou adaptando-me a controlar um tipo de freio que deveria ser cultivado por todos. Uma pausa que necessita ser regada, uma pausa na qual a paciência lhe fará gerar a mais pura felicidade, parecendo que seja inventada. A pausa é necessária para nos conhecermos. É a voz no silêncio, o sopro da alma falado por nós.
Estou caminhando rumo ao sossego emocional, onde consta um grande estudo planejado, coração aberto, pés firmes e calor ardente. Sossego emocional não se concluí em algo estático e sereno, e sim, vivido com sabedoria e confiança. Não quero sentir nada que esteja morto, conviver com coisas sem sentido próprio. Estou na busca de sentidos para continuar trilhando algo que está por vir, algo que me deixe viva, um objetivo que aos poucos se define por linhas de certezas. Meu coração continua voando na vontade de conhecer terras desconhecidas. E será este meu objetivo que aos poucos tende a enraizar.
Terras desconhecidas, cabem aos corpos desconhecidos, ou até mesmo em sonhos humanizados. Quem sabe a nova terra na qual eu queira me instalar, seja completa de suor e choro, pelos e barba? Será apenas um lugar com uma cultura diferente, um pouco mais frio para se morar, ou quem sabe até um pedaço de grama iluminada pelo sol em que posso escrever meus artigos em paz?
Ultimamente estudo e economizo o fruto de meu trabalho para assim voar. Logo, acredito que em pouco, estarei voando. Voando simplesmente pela pura rebeldia organizada e controlada de meu ser que aos poucos vem esculpindo um objetivo.
Chega a ser engraçado como minha vida, antes aturdida pela covardia de bocas alheias, negava o fato de que aqui não era meu lugar. Que ao fechar os olhos para o mundo e me reconhecer em outro país fosse a resposta certa. É inexorável dizer que amor move vidas, sonhos e atitudes. Me mudo, me completo e me recomponho... mas muitas das vezes, me reinvento.
E é nesta reinvenção, que me acontece de tempos em tempos, prova-me que a forma como se vive, a superação e as pequenas conquistas internas, são exatamente a vitória de estarmos vivos. Foi necessário parar de sonhar por algum tempo, e dentro de meu próprio silêncio, organizar a balança dos sonhos visando algo real. Agora percebo o poder da pausa antes dita. A abstração resolve dúvidas.
Quanto aos pesos desnecessários nesta balança,cabe a nós mesmos escolher que posição tomar quanto a ele: Se sobrevivemos ou nos enterramos com este pequeno peso.
Pude ver que sobrevivi a ele, assim como tantas outras vezes. Não minto ao dizer que já morri e me enterrei por alguns estúpidos motivos, com seus variados pesos, durante meses. Mas creio que já estou curada da maldição do partido. Se hoje me quebro internamente, quebro-me por novos motivos e pesos...Hoje descobri que há pesos benéficos que temos que analisar cuidadosamente como lidar com eles... Até mesmo nessas pequenas falhas da vida, sinto-me feliz.
Feliz por saber que tenho novas pessoas em meu ciclo, novos motivos, e nada tão passado assim para ser dolorido ao ponto de não poder mais seguir. Não sofro mais com memórias passadas, reciclei meu coração.
Se hoje choro por sentimento, é o sentimento de alma madura que chora por mim. Estou feliz por tudo o que já senti e vivi, aprendi a conviver com casos aparentemente impossíveis. Cresci com meus pequenos pesos e defeitos.
Aos poucos deixo enraizadas minhas vivências na qual tenho orgulho de mostrar, de resto... queimo. Eu sobrevivi ontem a queda que hoje restaurei em meu coração. Sofro por quem merece o tal do restauro, sorrio para quem merece meu silêncio. E assim, vivemos para nos aquecer no inverno do coração que nos gela muitas vezes...
Vivemos ao máximo para que no fim, possamos entender, pelo menos o básico, o conceito do que é viver.
Aos poucos creio que não estou abrindo mão de algo que parecia ser um desejo territorial, e sim, estou adaptando-me a controlar um tipo de freio que deveria ser cultivado por todos. Uma pausa que necessita ser regada, uma pausa na qual a paciência lhe fará gerar a mais pura felicidade, parecendo que seja inventada. A pausa é necessária para nos conhecermos. É a voz no silêncio, o sopro da alma falado por nós.
Estou caminhando rumo ao sossego emocional, onde consta um grande estudo planejado, coração aberto, pés firmes e calor ardente. Sossego emocional não se concluí em algo estático e sereno, e sim, vivido com sabedoria e confiança. Não quero sentir nada que esteja morto, conviver com coisas sem sentido próprio. Estou na busca de sentidos para continuar trilhando algo que está por vir, algo que me deixe viva, um objetivo que aos poucos se define por linhas de certezas. Meu coração continua voando na vontade de conhecer terras desconhecidas. E será este meu objetivo que aos poucos tende a enraizar.
Terras desconhecidas, cabem aos corpos desconhecidos, ou até mesmo em sonhos humanizados. Quem sabe a nova terra na qual eu queira me instalar, seja completa de suor e choro, pelos e barba? Será apenas um lugar com uma cultura diferente, um pouco mais frio para se morar, ou quem sabe até um pedaço de grama iluminada pelo sol em que posso escrever meus artigos em paz?
Ultimamente estudo e economizo o fruto de meu trabalho para assim voar. Logo, acredito que em pouco, estarei voando. Voando simplesmente pela pura rebeldia organizada e controlada de meu ser que aos poucos vem esculpindo um objetivo.
Chega a ser engraçado como minha vida, antes aturdida pela covardia de bocas alheias, negava o fato de que aqui não era meu lugar. Que ao fechar os olhos para o mundo e me reconhecer em outro país fosse a resposta certa. É inexorável dizer que amor move vidas, sonhos e atitudes. Me mudo, me completo e me recomponho... mas muitas das vezes, me reinvento.
E é nesta reinvenção, que me acontece de tempos em tempos, prova-me que a forma como se vive, a superação e as pequenas conquistas internas, são exatamente a vitória de estarmos vivos. Foi necessário parar de sonhar por algum tempo, e dentro de meu próprio silêncio, organizar a balança dos sonhos visando algo real. Agora percebo o poder da pausa antes dita. A abstração resolve dúvidas.
Quanto aos pesos desnecessários nesta balança,cabe a nós mesmos escolher que posição tomar quanto a ele: Se sobrevivemos ou nos enterramos com este pequeno peso.
Pude ver que sobrevivi a ele, assim como tantas outras vezes. Não minto ao dizer que já morri e me enterrei por alguns estúpidos motivos, com seus variados pesos, durante meses. Mas creio que já estou curada da maldição do partido. Se hoje me quebro internamente, quebro-me por novos motivos e pesos...Hoje descobri que há pesos benéficos que temos que analisar cuidadosamente como lidar com eles... Até mesmo nessas pequenas falhas da vida, sinto-me feliz.
Feliz por saber que tenho novas pessoas em meu ciclo, novos motivos, e nada tão passado assim para ser dolorido ao ponto de não poder mais seguir. Não sofro mais com memórias passadas, reciclei meu coração.
Se hoje choro por sentimento, é o sentimento de alma madura que chora por mim. Estou feliz por tudo o que já senti e vivi, aprendi a conviver com casos aparentemente impossíveis. Cresci com meus pequenos pesos e defeitos.
Aos poucos deixo enraizadas minhas vivências na qual tenho orgulho de mostrar, de resto... queimo. Eu sobrevivi ontem a queda que hoje restaurei em meu coração. Sofro por quem merece o tal do restauro, sorrio para quem merece meu silêncio. E assim, vivemos para nos aquecer no inverno do coração que nos gela muitas vezes...
Vivemos ao máximo para que no fim, possamos entender, pelo menos o básico, o conceito do que é viver.
domingo, 13 de julho de 2014
Leve frescor: O assassino de realidade.
O leve frescor que ecoa em nosso peito, é o assassino de realidade.
Nos machuca, nos torra, nos queima, derrete, amassa, entorta, revira e vira outra coisa,e ao mesmo tempo... volta a ser o que era. Cresce, enxuga o cheiro das flores mais lindas, queima as lágrimas e brota cactos.
O leve frescor vira lago, rio, mar, vira tempestade poderosa até virar chuvisco que cabe dentro de uma lágrima. Queima olhos, estômago, mãos, queima corações, transpira poemas, transpira solidão. Queima em beijos também.
Reflete silêncio, faz música aos nossos ouvidos. Nos faz dançar, gritar, cantar desafinado. Nos faz também inventar promessas, motivos e desculpas para encontrá-lo.
O leve frescor nos faz escolher o vermelho, e dele pinta a unha. Arruma o cabelo, escolhe o melhor vestido e compra perfuma novo. Escolhe o melhor lenço, a calça favorita e a bota mais arrumada. Compra um chocolate de presente, faz um cartão com um desenho adicionando um poema escrito de madrugada enquanto não se dormia. Economiza o dinheiro, esquece outros rostos, se afasta de uns, se aproxima dos bons. Floresce a alma, brinca com os passarinhos, dorme de conchinha, sorri no escuro. Segura mãos, pés, cabelos e pescoços. Vira um laço sem nó, ou nó sem dar laço.
Ele é maldito, é uma doença, nos deixa surdos, cegos e incapacitados. Viramos dependentes emocionais, nos curamos com pouco, mas a distância piora a gravidade da situação. Nos torna patéticos. De chegar ao ponto de tentar transcrever o que não se limita com palavras.
Mas o leve frescor se torna um frescor tão pesado, que nos faz escrever para livrá-lo da dor.
O leve frescor pesa. E ao mesmo tempo, nos faz flutuar.
Nos machuca, nos torra, nos queima, derrete, amassa, entorta, revira e vira outra coisa,e ao mesmo tempo... volta a ser o que era. Cresce, enxuga o cheiro das flores mais lindas, queima as lágrimas e brota cactos.
O leve frescor vira lago, rio, mar, vira tempestade poderosa até virar chuvisco que cabe dentro de uma lágrima. Queima olhos, estômago, mãos, queima corações, transpira poemas, transpira solidão. Queima em beijos também.
Reflete silêncio, faz música aos nossos ouvidos. Nos faz dançar, gritar, cantar desafinado. Nos faz também inventar promessas, motivos e desculpas para encontrá-lo.
O leve frescor nos faz escolher o vermelho, e dele pinta a unha. Arruma o cabelo, escolhe o melhor vestido e compra perfuma novo. Escolhe o melhor lenço, a calça favorita e a bota mais arrumada. Compra um chocolate de presente, faz um cartão com um desenho adicionando um poema escrito de madrugada enquanto não se dormia. Economiza o dinheiro, esquece outros rostos, se afasta de uns, se aproxima dos bons. Floresce a alma, brinca com os passarinhos, dorme de conchinha, sorri no escuro. Segura mãos, pés, cabelos e pescoços. Vira um laço sem nó, ou nó sem dar laço.
Ele é maldito, é uma doença, nos deixa surdos, cegos e incapacitados. Viramos dependentes emocionais, nos curamos com pouco, mas a distância piora a gravidade da situação. Nos torna patéticos. De chegar ao ponto de tentar transcrever o que não se limita com palavras.
Mas o leve frescor se torna um frescor tão pesado, que nos faz escrever para livrá-lo da dor.
O leve frescor pesa. E ao mesmo tempo, nos faz flutuar.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
O leve frescor
E ao mesmo tempo em que penso em tudo, penso apenas em pequenas promessas feitas e de fato, realizadas. Marco o embalo de nossos sorrisos e pequenas piscadas de olhares entre alguns passos marcados.
Estou sentindo o frescor, o maldito frescor que me deixa inquieta e não me deixar dormir. Gosto de senti-lo de volta, estava com saudades.
Sinto a sua presença em volta de minha cintura aquecendo meu olhar em formato de um sorriso sincero.
Perigosa. Estou perigosa perto de você, pois você me trouxe de volta ao perigo.
Talvez por lhe querer perto de minha morada, ou por me fazer rir de verdade sendo eu mesma em brincadeiras banais... mas que encantam nossos peitos de risadas amigas. Isso me deixa em um perigo gostoso de se sentir.
Sua risada, sua voz. Quero guardar em um pote, quero repetir mil vezes o som, quero segurar na sua mão infinitas vezes de forma clandestina.
Um amor clandestino quero sentir ao seu lado. Apenas isso.
Saudade que aperta de ver seu sorriso que me cativou naquela noite chuvosa. Não, não estou forçando poesia, simplesmente estava chovendo e apesar de tudo, lá estava você.
Você estava a minha frente e mal pude reagir, mal pude consertar meus pequenos defeitos, já estava pronta para o frescor da sua alma bater em meu peito.
Replay, ainda escuto sua voz. Ainda vejo sua foto. E já são três da manhã.
Sorri para você, você sorriu de volta.
E assim você me deixou sorrindo até eu cair no sono.
Estou sentindo o frescor, o maldito frescor que me deixa inquieta e não me deixar dormir. Gosto de senti-lo de volta, estava com saudades.
Sinto a sua presença em volta de minha cintura aquecendo meu olhar em formato de um sorriso sincero.
Perigosa. Estou perigosa perto de você, pois você me trouxe de volta ao perigo.
Talvez por lhe querer perto de minha morada, ou por me fazer rir de verdade sendo eu mesma em brincadeiras banais... mas que encantam nossos peitos de risadas amigas. Isso me deixa em um perigo gostoso de se sentir.
Sua risada, sua voz. Quero guardar em um pote, quero repetir mil vezes o som, quero segurar na sua mão infinitas vezes de forma clandestina.
Um amor clandestino quero sentir ao seu lado. Apenas isso.
Saudade que aperta de ver seu sorriso que me cativou naquela noite chuvosa. Não, não estou forçando poesia, simplesmente estava chovendo e apesar de tudo, lá estava você.
Você estava a minha frente e mal pude reagir, mal pude consertar meus pequenos defeitos, já estava pronta para o frescor da sua alma bater em meu peito.
Replay, ainda escuto sua voz. Ainda vejo sua foto. E já são três da manhã.
Sorri para você, você sorriu de volta.
E assim você me deixou sorrindo até eu cair no sono.
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